Márcio Waked, fundador da Bio Fair Trade, apresenta os desafios do Comércio Justo no 5º Mega Start-Up Lab

Márcio Waked, fundador da Bio Fair Trade, explica o modelo de negócio da empresa, baseado no Comércio Justo. Ele apresentou a história e os desafios atuais da Bio Fair Trade em um pitch de 5 minutos no 5º Mega Start-Up Lab, promovido pelo The Hub São Paulo e pela Artemísia.


Ovos de Páscoa são fiscalizados

Peso dos ovos de chocolate nesta época do ano vai ter que passar por teste no Rio e em SP. Desde ontem (6), os fiscais do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio coletam o produto em estabelecimentos das zonas sul, norte, oeste e central do Rio de Janeiro e de cidades da região metropolitana como Niterói e São Gonçalo.
O produto recolhido será levado para um laboratório a fim de verificar peso, tamanho e os brindes colocados no interior dos ovos, geralmente brinquedos, para saber se estão dentro das especificações legais e de segurança.
Segundo Soraya Santos, presidente do Ipem, nos últimos quatro anos não tem sido flagradas grandes irregularidades nos produtos feitos de chocolate. Esse resultado positivo, segundo ela, é fruto de uma fiscalização constante ao longo do ano em itens da cesta básica e nos produtos sazonais, como é o caso dos ovos de chocolate.
“O instituto tem agido em dois setores. Um tem a ver com o peso, quando o consumidor paga, por exemplo, 200 gramas de chocolate, é necessário retirar aquela embalagem toda e pesar só o chocolate. O outro, é a presença de brinquedos, cada vez maior, agregando ao ovo, como forma de atrair crianças. Nenhum brinquedo pode ser comercializado no país, sem a certificação do Inmetro”, disse.
Soraya informou que os consumidores podem ter acesso à lista de itens de Páscoa reprovados pelo Ipem no site do instituto, ou ligar para esclarecer dúvidas ou fazer denúncias no telefone 0800-2823040, de segunda a sexta-feira das 9h às 17h.
Em São Paulo, idêntica medida será adotada pelo IPM do estado nos próximos dias.

Casas Bahia na favela de Paraisópolis

A rede varejista Casas Bahia inaugurou sua primeira unidade em uma favela paulistana, escolhendo a comunidade de Paraisópolis, na zona sul, como endereço da loja de número 90 na capital. A unidade ocupa uma área de 2,2 mil metros quadrados e emprega 52 funcionários, 27 deles recrutados entre moradores da própria comunidade, onde vivem cerca de 60 mil pessoas. A decisão de investir na favela (foram cerca de R$ 2 milhões) repercutiu nacional e internacionalmente, sendo objeto de extensa matéria publicada no jornal britânico Financial Times.

A direção das Casas Bahia informou que a escolha “foi uma questão de oportunidade”. A rede encontrou um terreno com a documentação em ordem e adequado a seus padrões em relação a tamanho e localização. Ainda de acordo com a empresa, o fato de o local ter um grande fluxo de pessoas também pesou na decisão. Além disso, verificou que moradores locais já eram clientes em outras lojas da rede na zona sul.

A previsão de um faturamento mensal de R$ 1,5 milhão coloca a loja em Paraisópolis no patamar equivalente ao faturamento de unidades como a do Shopping SP Market, na zona sul, ou seja, entre as filiais de porte médio para grande.

Eugênio Foganholo, diretor da Mixxer Empresarial, empresa especializada em consultoria e pesquisa no varejo, crê que a atitude das Casas Bahia leva a rede para mais perto de seu público principal e também é positivo o fato de parte dos funcionários viverem na comunidade. “Vai reduzir o risco de inadimplência, porque as pessoas se conhecem”, acredita.

etoro pt